• As 5 principais tendências em logística para 2022

    As 5 principais tendências em logística para 2022

    A economia mundial passa por uma transformação digital que foi acelerada pela pandemia de COVID-19. Nisso, a mudança que era prevista para anos seguintes acabou tornando-se necessária para a sobrevivência até de pequenos negócios.

    Essa migração se refletiu diretamente no setor de logística. Aliás, o setor está cada vez mais procurado para otimizar processos das transações comerciais e melhorar resultados.

    A expectativa para 2022 é que as tendências logísticas terão grande impacto nas operações de milhares de companhias. Ou seja, a demanda por serviços e inovações tecnológicas que ajudem a melhorar processos e resultados irá crescer ainda mais. Dessa forma, empresas que têm o objetivo de se tornarem mais competitivas e referência no mercado não poderão negligenciar as novidades.

    Portanto, confira as principais tendências em logística para 2022.

    Algumas das tendências em logística mais promissoras para o próximo ano

    Aplicação de Inteligência Artificial (IA)

    A IA ainda é pouco utilizada no setor de logística nacional, mas pode gerar um grande diferencial para as empresas que a adotarem. Ela pode otimizar e potencializar a gestão de estoque, operações de fretes e fluxos de demandas. As soluções só devem aumentar no próximo ano, em resposta às demandas do setor.

    Aplicações nativas em nuvens

    São um conjunto de serviços de pequena dimensão organizados de forma independente. Com a computação na nuvem, as empresas podem reduzir custos de manutenção de hardware, ganhar mais segurança por meio da criptografia de dados, bem como fácil escalabilidade e reduzir custos operacionais.

    Data Fabric

    É um conjunto de serviços de dados, também chamado de arquitetura, capaz de padronizar as práticas de gerenciamento de dados em nuvem. É uma das principais tendências em logística porque trata da segurança do armazenamento de dados. Proporciona, também, a visibilidade dinâmica de informações, acesso facilitado e maior controle dos dados.

    Inteligência de decisão (DI)

    É a capacidade da empresa de processar grandes quantidades de dados para tomar decisões. Processos logísticos complexos podem lançar mão de programas e ferramentas que auxiliarão no manejo de problemas, assim como no planejamento de ações.

    Automatização de processos

    Essa tendência deve se tornar obrigatória no próximo ano para empresas que pretendem diminuir custos, aumentar produtividade e ganhar competitividade. A automatização permite controlar os processos de forma ágil e segura, proporcionando a identificação de falhas e permitindo o aprimoramento e a otimização dos processos. Como resultado, tudo isso reflete-se diretamente na competitividade da organização.

    Omnidata cria soluções para empresas dos mais diversos segmentos de mercado

    A quantidade de dados gerados por transações comerciais e empresas aumenta a cada dia, e continuará aumentando. E para alcançar os resultados, eles precisam ser armazenados e compartilhados de forma segura e eficiente.

    Nesse sentido, a Omnidata cria soluções para que as empresas dos mais diversos segmentos de mercado tenham processos de tomada de decisão 100% digitais, ágeis e seguros. Ela desenvolve ferramentas que podem captar informações de várias fontes, sem aplicativos.

    Além disso, com usabilidade e sem atritos, com o preenchimento automático de campos a partir da validação automática de documentos.

    A Omnidata é especialista em criar soluções e desenvolver ferramentas. Desde as mais simples, por exemplo, uma aplicação específica para solucionar um problema de integração, até sistemas baseados em Inteligência Artificial (IA). Entre no site e conheça os serviços que podem fazer a diferença nos resultados da sua empresa. http://omnidata.skystudio.com.br/tratamento-de-dados/


  • Tudo sobre o CT-e: o que é, importância e como emitir

    Tudo sobre o CT-e: o que é, importância e como emitir

    O CT-e é um importante documento fiscal para o setor de transportes e obrigatório para a maioria das empresas do setor.

    Neste artigo, explicaremos o que significa o documento, quem deve emiti-lo, como fazer a emissão e o que ocorre quando um caminhão viaja sem o CT-e. Acompanhe!

    CT-e simplifica e agiliza logística de transportadoras

    O setor de transportes brasileiro está em constante busca por mecanismos e ferramentas que tornem seus processos mais ágeis, seguros e eficientes. E, os documentos fiscais eletrônicos foram implementados justamente com o intuito de atender a essas necessidades e diminuir o processo burocrático logístico. 

    O Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) é um documento fiscal digital de uso exclusivo do ramo de transporte, que possui a função de registrar as prestações de serviços de transportes de cargas por qualquer modal. Ou seja, rodoviário, aéreo, ferroviário, aquático e dutoviário.

    Ele surgiu em resposta a essa necessidade de simplificação, e passou a substituir o sistema Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas (CTRC), que possuía uma versão diferente para cada modal e era o documento oficial impresso para acompanhar o transporte de cargas. 

    Além do CTRC, o documento digital substitui, a um só tempo, seis documentos fiscais:

    • Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas, modelo 8.
    • Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas, modelo 9.
    • Conhecimento Aéreo, modelo 10.
    • Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 11.
    • Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 27.
    • Nota Fiscal de Serviço de Transporte, modelo 7, quando utilizada em transporte de cargas.

    A história do CT-e

    O CT-e foi criado em 2007 pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ) e pelo Secretariado da Receita Federal do Brasil. Dez anos depois, a emissão do documento eletrônico se tornou obrigatório para o transporte rodoviário de empresas cadastradas com regime de apuração normal, optante pelo regime do Simples Nacional ou registradas no sistema Multimodal de Cargas.

    Apenas o Microempreendedor Individual (MEI) não possui a obrigatoriedade. Mas, caso queira, pode solicitar o credenciamento de forma voluntária junto à Secretaria da Fazenda (SEFAZ) de seu Estado.  

    O DACTE (Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico) é uma representação física e simplificada do CT-e, e deve ser levado junto com o veículo de transporte. Este é o documento que deve ser apresentado em postos de fiscalização. 

    Todos os envolvidos na operação de transporte podem emitir o CT-e: empresa transportadora de carga (ETC), cooperativa de transporte de carga (CTC), transportador autônomo de carga (TAC), embarcador de carga (contratante do serviço de transporte) e escritório de contabilidade. 

    O passo a passo para emissão da CT-e

    Para emitir a CT-e é preciso seguir alguns passos:

    • Habitar a transportadora junto à Secretaria da Fazenda (SEFAZ)
    • Obter um certificado digital aprovado pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil)
    • Ter acesso à internet
    • Obter um sistema de gestão compatível com a emissão de CT-e.

    Na hora de escolher o sistema que irá emitir a CT-e é importante observar algumas características do software para que a empresa possa se beneficiar da ferramenta na sua rotina diária, e não apenas cumprir uma obrigação legal.

    Nesse sentido, observe se o sistema é fácil e rápido de usar e se os colaboradores terão dificuldade de aprender. Além disso, se pode ser acessado de qualquer lugar e se é possível integrá-lo com outras aplicações. Desta forma, o operacional da transportadora será mais rápido e com menor custo. 

    Soluções para um mercado em expansão

    A Omnidata disponibiliza ferramentas personalizadas, que conseguem automatizar e agilizar processos nos mais variados segmentos de mercado. As soluções atendem às necessidades de transportadoras e embarcadores de cargas, gestores de frotas, gerenciadores de risco, além de analistas de mercado em diversas áreas, como bureau de crédito, seguradoras, financeiras, marketing, recursos humanos, entre outras.

    Conheça os produtos que oferecemos para apoiar toda a operação logística da sua empresa.


  • NF-e LGPD: normas sobre os documentos eletrônicos fiscais

    NF-e LGPD: normas sobre os documentos eletrônicos fiscais

    Desde que entrou em vigor, a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) é um assunto que está muito em alta, devido à necessidade de adaptação das empresas.

    No entanto, a questão tributária ainda é pouco comentada. Sendo assim, muitos desconhecem as regras referentes aos documentos eletrônicos fiscais.

    Pensando nisso, explicaremos o que é a LGPD e como ela impacta as empresas que emitem nota fiscal eletrônica. Acompanhe o artigo até o final.

    Impacto da LGPD na emissão e manipulação de notas fiscais

    A internet se transformou em um dos principais meios de comunicação e troca de dados utilizados por pessoas e empresas. E, essa mudança trouxe a necessidade de se criar regras e proteção dos dados.

    Esse é o intuito da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD): proteger a liberdade e privacidade de cidadãos e instituições públicas e privadas. Criada em 2018, a lei entrou em vigor em setembro desse ano. 

    A LGPD é uma norma federal que estabelece regras para a coleta, armazenamento e compartilhamento de dados de todo profissional, empresa ou instituição que utilize algum tipo de informação.

    As empresas deverão tornar acessível, gratuitamente, a consulta aos dados de clientes e usuários. Permitindo, que estes decidam quais poderão ficar armazenados. Assim como solicitar a retificação ou atualização de dados pessoais.  

    Vazamento de dados

    Os constantes vazamentos de dados pessoais e de organizações, e a dificuldade de se controlar e até punir os responsáveis por essas ocorrências, deixava clara a vulnerabilidade das informações na rede digital.

    A nova lei vem em resposta à necessidade de segurança e transparência em todos os processos envolvidos nesse contexto.  Isso porque, uma das principais exigências da LGPD é a de que todo processo de tratamento de dados pessoas seja feita com o consentimento expresso, de forma clara e inequívoca, do usuário.

    Inclusive,a partir da entrada em vigor da nova lei, documentos eletrônicos, como as Notas Fiscais Eletrônicas (NF-es), somente poderão ser acessados por meio de certificado digital e apenas pelas partes envolvidas. Ou seja; emitente, destinatário, transportadora e demais autorizados.

    Até então, qualquer pessoa que tivesse a chave de acesso da NF-e poderia consultar as informações do documento. Isso facilitava a ação de robôs que roubavam informações. 

    A NF-e é um documento fiscal exclusivamente digital, emitido e armazenado eletronicamente em formato XML. Seu objetivo é o de documentar operações de mercadorias ou prestação de serviços.

    Leia mais: Para que serve o XML da NF-e e qual sua importância?

    As Secretarias da Fazenda também modificaram a maneira de realizar a consulta da XML. Agora a leitura integral do documento é liberada apenas com a utilização do certificado digital. Dessa forma, há uma maior segurança ao processo de emissão e transmissão das notas fiscais. 

    Leia mais: Como baixar NF-e completa: passo a passo

    Um mercado em constante transformação

    Empresas que armazenam documentos fiscais eletrônicos precisarão criar e investir em sistemas seguros que evitem o vazamento das informações.  Se houver alguma infração relativa à proteção dos dados, a lei prevê punições e multa de até 2% do faturamento da instituição. 

    Buscar ferramentas e soluções tecnológicas de gestão de documentos eletrônicos será primordial. Isso, para que as organizações consigam integrar as novas regras de maneira viável no aspecto operacional e eficaz em termos de segurança. O mercado do setor converge na direção da utilização de nuvens e ‘Blockchain’, um sistema de registro de dados descentralizado que permite o compartilhamento de dados a um grupo selecionado de pessoas. 

    O mundo virtual está em constante transformação, e ainda deve trazer à tona muitos desafios. A sociedade precisará seguir em busca do equilíbrio entre ordem e liberdade.

    Na Omnidata, a criação dos sistemas é responsabilidade de uma equipe qualificada, atenta às tendências de mercado, garantindo o desenvolvimento de soluções adequadas às necessidades dos clientes. Saiba mais sobre os produtos que disponibilizamos aqui.


  • Para que serve o XML da NF-e e qual sua importância?

    Para que serve o XML da NF-e e qual sua importância?

    Você provavelmente já se deparou com esse termo, mas você sabe para que serve o XML da NF-e e qual sua importância?

    Acompanhe o artigo até o final que vamos explicar tudo sobre esse assunto de forma simples e descomplicada|!

    Saiba a importância do XML da NF-e e fique longe de multas

    A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) veio substituir a emissão em papel e manual das notas fiscais. Seu principal objetivo é tornar o processo mais rápido e eficiente. 

    O arquivo Extensible Markup Language (XML) é um modelo digital da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Ele precisa ser gerado para cada NF-e emitida. Seu propósito é armazenar esses documentos fiscais de forma segura. Garantindo assim, a validade jurídica do processo. 

    O processo tem o intuito de facilitar o acesso às informações. Ademais, também contribuiu para a redução da utilização de papel, impressoras e com o controle e organização dos dados.

    Inclusive, não é raro o arquivo ser confundido com o DANFE. No entanto, este é apenas um documento auxiliar da Nota Fiscal e costuma ser enviado ao cliente junto com a mercadoria. 

    O XML da NF-e atende ao padrão fiscal nacional e não acompanha as informações do produto. Portanto, a responsabilidade de disponibilizar os dados referentes ao produto para consulta é do fornecedor.

    Além disso, o arquivo não acompanha a mercadoria. Entretanto, é possível enviá-lo ou disponibilizá-lo em ambiente virtual pelo fornecedor ao consumidor. E também, pode substituir a NF-e para a troca de produtos.  

    Obrigações legais

    A Secretaria de Fazenda (SEFAZ) tem acesso a todas as notas fiscais emitidas. Mas, determina que é obrigação legal das partes que fazem parte da negociação guardá-las.

    No entanto, não há necessidade de impressão. Isso porque, mídias físicas podem não ser as mais indicadas para salvar essas informações. Pois, sempre estão sujeitas à ação do tempo ou perdas.

    Por isso, é importante considerar opções mais seguras e confiáveis, como o armazenamento em nuvens. Fazer backup dos documentos também é necessário para não ter problemas com a fiscalização.

    Até porque, essas informações podem ser necessárias para futuras trocas de mercadorias ou serviços. Ou ainda, para atender a uma fiscalização dos órgãos responsáveis. Aliás, a multa para quem não salvar essas informações pode chegar a mil reais por documento. 

    Elaboramos um passo a passo para visualizar os dados da NF-e e importar seu arquivo XML (http://omnidata.skystudio.com.br/blog/passo-a-passo-baixar-nfe/)

    O visualizador irá gerar uma cópia do DANFE, que é a reprodução gráfica da NF-e.

    Lembre-se de armazenar corretamente as informações por cinco anos, mais o ano vigente, como determina a lei. Desta forma, você evitará problemas com o fisco e a aplicação de multas.

    Utilize a tecnologia para baixar o XML da NF-e

    A Omnidata, sempre pensando no atendimento às necessidades de seus clientes, desenvolve ferramentas personalizadas que conseguem automatizar e agilizar processos. Inclusive para baixar XML da NF-e.

    Especialista em comunicação de dados, oferece busca automática de NF-es. Facilitando assim, a emissão do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) e reduzindo a necessidade de digitação.

    A empresa oferece soluções para diversas áreas, como: transporte e embarcações de cargas, gestores de frotas e gerenciadores de risco. Além de analistas de mercado em diversas áreas, como seguradoras, financeiras, entre outras.

    Assista ao vídeo no link e confira todas os serviços que irão otimizar tempo e dinheiro para o seu negócio. Omnidata Cargo – Captação Automática de NF-es – YouTube


  • Como baixar NF-e completa: passo a passo

    Como baixar NF-e completa: passo a passo

    Você sabe qual NF-e baixar? E como?

    Baixar NF-e completa é um processo que gera muitas dúvidas. Pensando nisso, preparamos um passo a passo para que você consiga emitir seus documentos sem problemas.

    Mas, antes, vamos saber um pouco mais sobre a NF-e?

    Como baixar NF-e: entenda a evolução da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)

    A primeira forma de emissão de nota fiscal surgiu em 1970 e era feita manualmente, em blocos de papel. Desde então, a nota fiscal passou por vários processos de modernização. Na década de 90 os documentos fiscais tinham o formato de formulários contínuos emitidos em impressoras matriciais.

    Em 2008 o governo começou a exigir que alguns setores empresariais passassem a utilizar uma nova tecnologia de emissão de nota fiscal: a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Um documento digital que asseguraria as relações fiscais entre empresas, de forma legal e segura. Com o passar dos anos, a exigência foi se estendendo a diversos setores. Atualmente, em alguns estados a emissão da NF-e já é exigida para praticamente todos os tipos de empresas. Além disso, é obrigatória para a maioria das transações.

    A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é um documento que existe apenas virtualmente. Ela foi criada para substituir as notas fiscais em papel tipo 1 e A1, integrar informações fiscais e facilitar o controle das empresas e do fisco. A iniciativa visa à diminuição da burocratização do processo, a redução do uso de papel e a facilidade do armazenamento de dados. Até então, as organizações perdiam muito tempo para digitar e conferir as notas fiscais. 

    Quanto ao tipo do documento, as empresas cujas atividades envolvem a venda de produtos devem utilizar a NF-e, ao passo que as organizações que prestam serviços devem emitir a Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e).

    NF-e: últimas atualizações

    Desde o seu surgimento, a NF-e passou por muitas mudanças e aprimoramentos. Nesse sentido, a cada dois anos, no máximo, são realizados estudos e análises de performance conforme a demanda de usuários e transações.  Em 2011, entrou em vigor a exigência do código de barras, que tornou possível recuperar dados do processo produtivo da mercadoria. Isso proporcionou maior controle e eficiência.

    Uma das melhorias com maior impacto foi a disponibilização das informações das operações das empresas por até 180 dias no site da Secretaria da Fazenda (Sefaz). Hoje, os dados podem ser consultados pela internet com a utilização de uma chave de acesso de 44 dígitos, que é gerada com a emissão da nota. 

    Então, agora que você já conhece um pouco sobre a NF-e vamos à parte prática. Elaboramos um passo a passo para te ajudar a baixar os seus documentos. 

    Passo a passo para baixar NF-e

    1. Acesse o site da “Nota Fiscal Eletrônica”, no endereço:

    https://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/principal.aspx

    Depois, selecione a opção “Serviços” > “Consultar NF-e”:

    Como baixar NF-e completa: passo a passo

    2- Insira a chave de acesso de 44 dígitos que aparece logo abaixo do código de barras do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANF-E). Em seguida, clique no Captcha:

    Como baixar NF-e completa: passo a passo

    3- Seu navegador deve estar habilitado para a gravação de “cookies” para que a consulta ocorra corretamente.

    4 – Na tela seguinte clique em fazer “download do documento” para baixar o arquivo XML da NF-e.

    Como baixar NF-e completa: passo a passo

    Lembrando: para que uma empresa possa emitir a NF-e ela precisará ter um cadastro na Secretaria de Fazenda (SEFAZ) do Estado. No caso da NFS-e, o cadastro deve ser feito junto à Prefeitura. O Certificado Digital também é necessário, já que ele garante a segurança das transações fiscais no ambiente virtual. 

    Além disso, é importante destacar que a consulta à íntegra da NF-e fica disponível por pelo menos 180 dias. Portanto, após esse prazo, o sistema libera apenas uma versão resumida, com as informações básicas que identificam a NF-e.

    Automatize o processo de baixar NF-e

    Mas, para tornar todo esse processo mais ágil e seguro, você pode contar com os serviços da Omnidata, especialista em comunicação e tratamento de dados. A empresa oferece a seus clientes a possibilidade de automatizar a captação de todas as NF-es que mencionam o transportador na Receita Federal.

    Além disso, também disponibiliza um aplicativo que permite ler as chaves de acesso e registrar a imagem das DANFEs coletadas em campo, antecipando a captação das NF-es.

    Os profissionais da Omnidata são capacitados e estão em constante busca por aprimorar e criar ferramentas que automatizem e agilizem os processos diários dos clientes. As soluções atendem às necessidades de transporte e embarcações de cargas, gestores de frotas e gerenciadores de rico. Isso, além de analistas de mercado em diversas áreas, como bureau de crédito, seguradoras, financeiras, entre outras. 

    Entre no site e encontre a melhor solução para sua empresa. Captação e Coleta de NF-e – Omnidata

    Aproveite para saber mais sobre NF-e. Leia o texto onde falamos sobre a importância do XML na NF-e para ficar longe de multas. É só clicar aqui.